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Adaptar-se ao envelhecimento garante mais qualidade de vida na terceira idade

Ter uma terceira idade feliz depende de vários fatores, mas principalmente da forma como o idoso se percebe nessa fase da vida e da sua capacidade de se adaptar as mudanças e transformações próprias do envelhecimento.

A capacidade de poder realizar as atividades cotidianas, desde as mais básicas como alimentar-se, tomar banho e andar, até as mais complexas como administrar as finanças e realizar atividades de lazer, são fundamentais para uma vida plena. Para isso o idoso precisa estar com suas plenas capacidades físicas, mentais e emocionais, a fim de poder cuidar da própria vida e dar sentido para a própria existência.

Para algumas pessoas há o medo da velhice, da solidão e o senso de sentir-se menos competente para realizar suas atividades cotidianas ou sua capacidade de tomar decisões e governar sua vida influencia na maneira como cada um enfrenta e vive o envelhecimento.

 Idosos que não conseguem se adaptar a essas mudanças acabam se isolando socialmente diminuindo a interação com outras pessoas, o que pode levar a perda da satisfação com a própria vida, do prazer e da motivação, comprometendo suas capacidades físicas, intelectuais e emocionais.

Para os indivíduos que apresentam alguma doença crônica, como diabetes,colesterol alto, artrite reumatoide, hipertensão, adaptar-se ao processo de envelhecer juntamente com essas doenças pode ser mais trabalhoso, mas não impossível, além de ajudar a diminuir o impacto da doença na qualidade de vida e evitar maiores comprometimentos.

É necessário reavaliar as possibilidades, redefinir metas e alterar estratégias de enfrentamento do ambiente e dos próprios sentimentos para poder se adaptar as novas demandas dessa fase da vida e vive-la da melhor maneira possível, mesmo que acompanhada de doenças crônicas e limitações físicas.

Com o aumento geral da população idosa, torna-se importante garantir aos idosos não apenas maior longevidade, mas felicidade e satisfação com a vida. Pesquisas são realizadas no mundo todo com o objetivo descrever os fatores associados ao grau de satisfação com a vida entre a população de idosos.

Um estudo recente publicado, em janeiro de 2014, no Canadian Medical Association Journal pesquisou a relação entre o prazer com a vida e o declínio da função física em idades mais avançadas. Participaram 3199 homens e mulheres com idade acima de 60 anos.

Nesta pesquisa foi verificado que pessoas que tem mais safisfação com a vida, ou seja, que expressam sentimentos de felicidade e prazer vivem até 8 anos mais e em condições físicas melhores do que as pessoas que não estão satisfeitas com suas vidas.

Em 2012, um estudo realizado por pesquisadores da University College London (UCL), no Reino Unido, conclui que os idosos que gostam da vida tendem a viver mais e com uma condição física melhor do que os indivíduos infelizes. Os pesquisadores avaliaram até que ponto eles tinham dificuldade em realizar atividades diárias, como tomar banho ou se vestir, o estudo descobriu que as pessoas que tinham um baixo senso de bem-estar foram três vezes mais propensas a ter problemas em realizar atividades diárias.

O estudo mostra que pessoas em idades avançadas e que estão felizes e aproveitam a vida mostram declínios mais lentos na capacidade física. Ou seja, conseguir adaptar-se as mudanças ao longo do processo de envelhecimento e encontrar formas alternativas de aproveitar a vida e ficar feliz com o que realiza contribui para uma vida mais longa e saudável.

Escrito em conjunto com Mariela Besse, terapeuta ocupacional do Instituto Longevità. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Afiliada à Disciplina de Geriatria e Gerontologia da Universidade Federal de São Paulo. Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Fonte: http://www.minhavida.com.br

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Confira mitos e verdades sobre a terceira idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  

Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Foto: Getty Images

Fonte: Portal Terra

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Dicas para dormir melhor na terceira idade

Especialistas dá dicas para dormir melhor nesse período da vida. Estima-se que os indivíduos passam mais de 20 anos dormindo ao longo de sua existência. Isso mostra o quanto o sono é imprescindível para o ser humano, essencial para a manutenção da saúde do corpo e da mente, e não apenas uma necessidade de descanso físico e mental. Durante a noite, por exemplo, acontece a troca e regeneração celulares, além disso, o sono impede a acumulação de um hormônio chamado cortisol, que melhora o humor e a boa disposição.No decorrer dos anos, no entanto, o sono tem seu padrão alterado conforme a idade do indivíduo se acentua. Na terceira fase da vida, por exemplo, o sono se torna mais leve, o adormecer fica mais demorado, ocorrem interrupções durante a noite e, geralmente, o sono não ultrapassa oito horas – período recomendado por especialistas.
Segundo a fisioterapeuta e especialista em Medicina do Sono, Carolina Elena Carmona de Oliveira, além destes fatores vivenciados pelos idosos, devem ser levadas em consideração as alterações da estrutura óssea. “No que diz respeito à densidade e arquitetura, é indispensável que o idoso mantenha o cuidado diário com a postura e adote medidas saudáveis para dormir, a fim de evitar dores e maiores problemas nas regiões da coluna cervical e lombar”, complementa.
Ainda de acordo com a fisioterapeuta, algumas substâncias químicas, como, cafeína, medicamentos para doenças respiratórias ou antidepressivos, podem alterar o padrão de sono constantemente. “Outros motivos que também podem causar essa irregularidade estão relacionados à viuvez, solidão, dificuldades financeiras, entre outros”.Mesmo com o padrão do sono diferenciado na melhor idade, é importante garantir que ele seja de qualidade, para que o idoso desperte no dia seguinte disposto e cheio de energia para a vida. Carolina dá algumas dicas fundamentais para um repouso revigorante.

 DICAS

• Programe atividades pela manhã e pratique exercícios físicos regulares, sempre sob orientação médica, para que se sinta mais cansado à noite. As atividades diárias regularizam o sono noturno;

• Na hora de dormir, para que haja um descanso completo do corpo e da mente é necessário silêncio e concentração. Além disso, mantenha sempre as luzes apagadas, pois na claridade a produção de melatonina e cortisol é interrompida, o que acaba por interferir na qualidade do sono e causar sensação de cansaço pela manhã;

• O travesseiro, o colchão e até mesmo a temperatura do ambiente influenciam para um sono renovador. Portanto, na hora de dormir, utilize um travesseiro que complete exatamente o espaço compreendido entre a cabeça e o colchão (formando um ângulo de 90 graus no pescoço), alinhando assim toda a coluna com o tronco. Isso facilita a circulação sanguínea e permite que os estímulos elétricos sejam perfeitamente enviados pelo cérebro aos órgãos do corpo;

• No caso de levantar várias vezes durante a noite para ir ao banheiro, mantenha iluminado o trajeto com uma iluminação baixa que, nestes casos, pode ser muito útil. Retire tapetes soltos, use chinelo com solado antiderrapante e não caminhe de meias. O risco de quedas e fraturas é muito grande nesta situação;

• O sono do idoso é mais fragmentado, menos profundo e mais frequentemente interrompido por despertares noturnos. Por isso, é aconselhável que a pessoa idosa deite sempre no mesmo horário, evite dormir por várias horas durante o dia ou à tarde ou fique deitado na cama assistindo televisão. O ideal é que o idoso vá para a cama somente na hora de dormir.

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Lazer e diversão na terceira idade

Música
A música é fonte de descontração. Você pode ouvir as suas canções preferidas e dançá-las. Além disso, os menos tímidos podem se aventurar tentando tocar algum instrumento. A prática de um instrumento apura os ouvidos, aumenta a sensibilidade e a coordenação motora.
Filmes e peças teatrais
Assistir peças ou ir ao cinema é, sem dúvida, uma grande diversão. Transporta o espectador para um mundo diferente do seu. Faz sonhar, se emocionar. As prefeituras dão incentivos, cobrando apenas meia entrada dos idosos.
Para a sua distração, indicamos alguns filmes:
•”As Invasões Bárbaras”, de Denys Arcand;
•”Alguém Tem que Ceder”, de Nancy Meyers;
•”O Outro Lado da Rua”, de Marcos Bernstein;
•”As Garotas do Calendário”, de Nigel Cole;
•”Benjamim”, de Monique Gardenberg;
•”Primavera, Verão, Outono, Inverno e… Primavera”, de Kim Ki-Duk.
Dança
Uma das atividades mais procuradas hoje em dia é a dança de salão. O ritmo animado e os movimentos compassados podem trazer diversos benefícios ao corpo e à mente. As academias de dança variam de ritmo, e não é necessário se ter um par. É importante, no entanto, saber se você está apto a esse grau de atividade física. Converse com seu médico antes de se matricular em uma academia.
Os benefícios da dança são tantos que já existe uma corrente própria para a terceira idade: a maior novidade é a Dança Sênior, criada na Alemanha, realizada em grupo, e que pode ser praticada até por quem mal consegue se locomover.

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Pets e Idosos: Benefícios que os pets trazem aos idosos

Pets e Idosos: Um relação que pode ajudar na qualidade de vida na terceira idade.

Os animais de estimação são responsáveis por boa parte das nossas lembranças boas. Para quem sofre de mal de Alzheimer ou outras doenças relacionadas à memória, os bichinhos podem trazer ótimos benefícios. Rita Altman, em coluna do jornal Huffington Post, conta que muitas casas de idosos integram animais na rotina diária de seus moradores, visando prover um dia a dia mais agradável. Ela relata a história de uma mulher que, aos 50 anos, foi diagnosticada precocemente com a doença e, ao dar entrada em uma casa de recuperação para cuidar se cuidar, se mostrou extremamente reticente ao se relacionar com outras pessoas. O comportamento mudou de figura quando um cachorro foi introduzido na rotina. Ela passou a ser mais prestativa e parecia ter encontrado o verdadeiro propósito de sua vida. Sendo assim, Rita lista cinco benefícios que estes bichinhos podem trazer à saúde de pessoas na melhor idade. Acompanhe.
Eles são uma ótima companhia
Os idosos precisam de segurança, afeto e contato sensorial, o que pode ser perfeitamente atendido quando se segura, se acaricia ou se alimenta um animal de estimação. Especialistas indicam que os bichinhos também podem diminuir a solidão, ajudar a reduzir o estresse e motivar a prática de exercícios ou brincadeiras – o que não só representam benefícios ao corpo, como ao espírito também.
A partir de sua companhia e afeto incondicional, eles podem ser uma ótima fonte de conforto e segurança para as pessoas idosas.
Eles aumentam a interação social
De um modo geral, as pessoas respondem visualmente e verbalmente melhor a alguém que caminha pela vizinhança com um bichinho de estimação. Cachorros e gatos instantaneamente” quebram o gelo” entre duas pessoas, e despertam a interação.
Sendo assim, eles motivam a comunicação, o que é bom para a saúde emocional e cognitiva. Muitas pessoas gostam de contar histórias sobre os seus pets, então, eles também acabam servindo como um ponto de partida em um diálogo com amigos, visitas ou familiares.
Eles possuem um “efeito calmante”
Os animais de estimação oferecem conforto e baixam o nível de ansiedade. Brincar com eles pode aumentar os níveis de serotonina e dopamina, que estimulam o relaxamento. De acordo com uma pesquisa, os pets também causam um efeito calmante em idosos com pouca memória que exibem comportamento agressivo ou agitado.

Eles proporcionam significado e propósito
Pessoas com mal de Alzheimer ou outros tipos de perda de memória têm as mesmas necessidades que todos os outros seres humanos. Muitos deles se sentem muito satisfeitos em interagir com os animais, em cuidar deles e alimentá-los. Isso dá a eles um novo senso de identidade e propósito.

Eles fazem com que o ambiente fique caseiro
Especialmente em casas de repouso para idosos, os animais têm o poder de criar uma atmosfera caseira ao ambiente. Sendo assim, mesmo que um idoso não tenha condições de criar um pet, é interessante buscar oportunidades para gastar um tempinho com animais: às vezes, um cachorro ou um gato pode trazer o conforto que nem mesmo um humano pode oferecer.

 

Fonte: Terra Saúde

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